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ABIMDE participa da 23ª reunião do Condefesa

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) realizou, quarta-feira (19), em Brasília, a 23ª reunião do Conselho Temático da Indústria de Defesa e Segurança (Condefesa). O encontro reuniu representantes do setor privado, do governo e das Forças Armadas para debater os...

ITAEx e Casa dos Ventos firmam parceria para fomentar conhecimento e inovação em energias renováveis

Iniciativa oferecerá bolsas de iniciação científica para alunos de graduação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA A ITAEx - Associação de Ex-Alunos Apoiando o ITA e a Casa dos Ventos, líder em energias renováveis e protagonista da transição energética...

ABIMDE amplia parcerias para fortalecer inovação na indústria de defesa

Encontro na FINEP teve como pauta o acesso das associadas aos editais da entidade A ABIMDE avança na construção de parcerias estratégicas para fortalecer a Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS) e ampliar o acesso das empresas do setor a oportunidades de fomento...

CONDOR, entidade do Grupo EDGE, assina contrato com SENAPPEN para aprimorar segurança das prisões brasileiras

A CONDOR Non-Lethal Technologies, entidade do Grupo EDGE, fornecerá suas soluções inovadoras e eficazes para modernizar a infraestrutura de segurança prisional Líder mundial no desenvolvimento de tecnologias não letais (NLT), a CONDOR assinou um contrato inicial...

Drones utilizados na guerra da Ucrânia serão vendidos no Brasil

As vendas no mercado brasileiro começam após a empresa fechar sua parceria de representação com a indústria brasileira Nuvem UAV, que atua no mercado de drones desde 2011 Após ganhar visibilidade ao ser utilizado pelo exército ucraniano no combate contra a Rússia, a...

Parques tecnológicos de 9 estados vão receber R$ 100 milhões do MCTI e Finep

Resultado final da chamada pública contempla 17 propostas para receber os investimentos, a maioria em estados das Regiões Norte e Nordeste ara estimular o desenvolvimento tecnológico e reduzir as desigualdades regionais, um investimento no valor de R$ 100 milhões vai...

Comunidade aeronáutica se reúne em evento promovido pelo DECEA

Encontro foi realizado no Rio de Janeiro e contou com a presença do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno O Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (INCAER), no Rio de Janeiro (RJ), foi palco da segunda edição da reunião...

Destacamento Especial de Fronteira de Waikás combate garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami

O Comando Conjunto da Operação Catrimani II realizou, nesta sexta-feira (14), a primeira ação de patrulha do recém-ativado Destacamento Especial de Fronteira (DEF) de Waikás, na Terra Indígena Yanomami (TIY), no estado de Roraima. A unidade, ativada no dia 30 de...

Secretaria de Produtos de Defesa participa da 15ª Edição da Feira Aero Índia

O Ministério da Defesa, por meio da Secretaria de Produtos de Defesa (Seprod), esteve na 15ª Edição da Feira Aero Índia, em Bengaluru, na República da Índia, que ocorreu na semana passada, de 10 a 14 de fevereiro. A comitiva também participou, em paralelo, no dia 11,...

IDEX 2025: Presença brasileira no mercado global de Defesa

Ao longo da semana, o Espaço Brasil será palco de uma agenda intensa de encontros A International Defence Exhibition & Conference (IDEX) 2025 iniciou sua programação oficial na segunda-feira (17), em Abu Dhabi, centro estratégico do Oriente Médio, reunindo as...

Avaliação é de especialistas entrevistados pela Agência Brasil

A taxação de 25% sobre as importações de aço e alumínio, prometida pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, impacta a produção desses setores no Brasil, avaliaram especialistas em comércio exterior consultados pela Agência Brasil.

O país da América do Norte é o maior comprador do aço brasileiro. Segundo dados do Instituto Aço Brasil, em 2022, os EUA compraram 49% do total do aço exportado pelo país. Em 2024, apenas o Canadá superou o Brasil na venda de aço aos Estados Unidos.

No caso do alumínio, a dependência dos EUA é menor. O país foi o destino de 15% das exportações de alumínio do Brasil em 2023. O principal comprador do alumínio brasileiro é o Canadá, que absorveu 28% das exportações desse produto naquele ano. Os dados são da Associação Brasileira do Alumínio (Abal).

O professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luiz Carlos Delorme Prado afirmou que a possível taxação deve ter impacto nos setores atingidos, mas não deve causar maiores problemas para o conjunto da economia.

“Embora a taxação seja muito importante para essas indústrias, para o conjunto da economia brasileira o impacto não é tão grande assim. O Brasil vai ter que redirecionar essas exportações, ou então, o que eu acho mais importante, tentar aumentar o consumo doméstico de aço. O Brasil tem alternativas. É diferente do México e do Canadá, que são muito mais dependentes do mercado americano”, explicou Prado.

O especialista acrescentou que o impacto será menor para o setor do alumínio. “O setor pode sofrer indiretamente porque as exportações de produtos de alumínio do Canadá para os Estados Unidos podem cair, isso pode afetar as exportações brasileiras para o Canadá. Mas, de qualquer maneira, o impacto é menor”, completou.

Caso a taxação resulte em queda na produção desses produtos no Brasil, haverá perda econômica, de produtividade e de empregos nesses setores e nas demais áreas interligadas ao aço e ao alumínio, avaliou o economista, doutor em relações internacionais e CEO da Amero Consulting, Igor Lucena.

“No Brasil, você vai ter uma diminuição da fornalha, diminuição da cadeia produtiva e essa diminuição termina gerando queda da produção, que significa dispensa dos funcionários, queda do faturamento e até mesmo impacto na nossa balança comercial, com reflexos sobre o PIB”, comentou em entrevista à Agência Brasil.

Reciprocidade

O governo brasileiro aguarda o governo dos Estados Unidos oficializar a taxação de 25% sobre as importações de aço e alumínio para se manifestar sobre o tema, informou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Brasil pode usar a lei da reciprocidade, aumentando as taxas de produtos estadunidenses consumidos pelo Brasil. “O mínimo de decência que merece um governo é utilizar a lei da reciprocidade”, disse em entrevista a rádios de Minas Gerais.

Protecionismo

Os analistas avaliam que a medida pode ser uma tentativa do governo Trump de favorecer o mercado de aço dos Estados Unidos ao encarecer o produto comprado no exterior. Porém, o economista Igor Lucena ponderou que haverá efeitos negativos para os estadunidenses.

“Um aço mais caro para os Estados Unidos ou uma falta de aço vai impactar negativamente a economia americana. Não há dúvida em relação a isso”, afirmou, acrescentando que o anúncio desse tarifaço pode ser uma tática para conseguir arrancar concessões dos países em negociações em outros áreas.

O professor Luiz Carlos Prado destacou que essa tática de negociação é prejudicial ao funcionamento da economia internacional. “Isso leva a ondas de choques, leva à redução de investimentos, leva a retaliações, porque, óbvio, o Brasil deve retaliar. Se o Brasil não reage, ele fica muito mais vulnerável a esse tipo de pressão”, comentou.

Durante o seu primeiro mandato, Trump impôs tarifas sobre o aço e o alumínio, mas concedeu depois cotas de isenção para parceiros, incluindo Canadá, México e Brasil, que são os principais fornecedores desses produtos.

Crédito da foto: © Vale/Arquivo/Divulgação

As informações são da Agência Brasil. 

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