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NOTÍCIAS

IME celebra 230 anos de história

Rio de Janeiro (RJ) – No dia 10 de agosto, o Instituto Militar de Engenharia (IME) realizou a solenidade alusiva aos seus 230 anos. O Primeiro-Tenente aluno Vinícius Ribeiro Cavaleiro de Macedo, do curso de Engenharia Mecânica e de Automóvel, realizou a leitura do...

General de Exército Ricardo Augusto Ferreira Costa Neves assume CMN

Belém (PA) – O Comando Militar do Norte (CMN) realizou nesta quarta-feira, dia 10 de agosto, no Pátio do aquartelamento do 2º Batalhão de Infantaria de Selva, em Belém, a solenidade de Passagem de Comando. O General de Exército Ricardo Augusto Ferreira Costa...

Economia do mar: concurso aproxima Marinha do meio acadêmico

Dos mares extraímos cerca de 95% do petróleo, 80% do gás natural e 45% do pescado produzidos no País. Pelas rotas marítimas escoamos mais de 95% do comércio exterior brasileiro. Diante desse cenário, ter uma mentalidade marítima, ou seja, entender a influência do mar...

Ministro da Defesa vai ao Censipam para conhecer trabalho desenvolvido

Brasília (DF), 12/08/2022 – O Ministro da Defesa visitou, nesta quinta-feira (11), o Centro Regional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) em Belém (PA). O objetivo foi conhecer o trabalho desenvolvido pelo órgão nas áreas de...

ABIMDE é parceira oficial da ISC Brasil

Como importante entidade do setor, A ABIMDE (Associação Brasileira de Materiais de Defesa e Segurança) está entre os parceiros oficiais da ISC Brasil, principal feira de soluções integradas de segurança do país, que será realizada entre 21 e 23 de setembro, no Expo...

Simtech é destaque na Navalshore 2022

Entre 16 e 18 de agosto, a Simtech, empresa especializada na prestação de serviços de representação comercial, marketing e consultoria a companhias nacionais e estrangeiras interessadas em desenvolver oportunidades de negócios no mercado brasileiro, marcará presença...

Batalhão de Infantaria utiliza Blindado VBTP M113-BR em transposição de curso d’água

Curitiba (PR) – O 20º Batalhão de Infantaria Blindado, “Batalhão Sargento Max Wolf Filho”, realizou uma instrução de transposição de curso d’água com a Viatura Blindada de Transporte de Pessoal (VBTP) M113-BR. A atividade ocorreu no dia 11 de agosto de 2022, no Campo...

Brigada de infantaria motorizada simula combate

Garanhuns (PE) – A Força-Tarefa do 72º Batalhão de Infantaria Motorizado realizou o exercício de Simulação Virtual para o processo de Certificação da sua Força de Prontidão. O exercício aconteceu entre os dias 7 e 10 de agosto, no 72º Batalhão de Infantaria...

Taurus se destaca no 50º Prêmio Exportação RS

A Taurus, líder mundial na fabricação de revólveres e maior vendedora de armas leves no mundo, conquistou o Prêmio Exportação RS na categoria Destaque Setorial Metalúrgico, promovido pela Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB/RS). Este é o...

SCUFN: Brasil assume cadeira em subcomitê de mapeamento do fundo do mar 

Um esforço internacional tem sido feito para adoção de uma política de padronização de nomes geográficos de relevos submarinos, para que sejam utilizados em mapas, cartas náuticas, trabalhos científicos,  a fim de que todos, em qualquer lugar do mundo, falem a mesma...

Por Rafael Cividanes*

A menos de um mês para a entrada em vigor das sanções estabelecidas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), um grande número de empresas ainda não está em conformidade com a nova legislação. Há dificuldade de muitas delas em adequar seus processos às exigências da lei e até mesmo de mensurar a amplitude do projeto e o investimento necessário.

Pesquisas de mercado mostram que poucas empresas estão totalmente preparadas para cumprir as exigências e ainda não iniciaram nenhuma ação para adaptação à LGPD. O principal desafio a ser vencido para o cumprimento da lei, além da escassez de especialistas em proteção de dados, é o entendimento do gap existente em relação à infraestrutura e às informações que a empresa manipula, mais especificamente no que diz respeito aos controles tecnológicos, gestão, classificação das informações, armazenamento de acordo com a sensibilidade dos dados e a recuperação, caso a empresa venha a sofrer um ataque e o vazamento de dados.

Por isso, o primeiro passo para a adequação à lei é a análise de gap, o que não é simples de fazer, já que envolve várias etapas e um exame minucioso sobre que tipo de dado é tratado pela organização, quais são os processos de coleta e descarte e como é feita a proteção dos dados. A análise de gap é feita após o mapeamento da infraestrutura e dos processos da empresa. O passo seguinte é a implantação da conformidade e, por último, o monitoramento contínuo para garantir a manutenção da estrutura de compliance.

Esse mapeamento tem de ser feito com base no conceito de análise 360º, em que serão avaliadas todas as unidades de negócios da empresa e verificados não só os gaps para adequação à LGPD, mas também em relação a outros padrões que eventualmente ela tenha necessidade de estar em conformidade. A análise 360 faz uma “fotografia” do nível de maturidade da empresa no que se refere à segurança cibernética para definir as metas que pretende alcançar nos próximos 6, 12 ou 18 meses em termos de evolução. Isso facilita também identificar “pontos” nos quais investir para elevar o grau de maturidade.

Outro ponto muito importante de ser destacado é o perfil do especialista envolvido nos trabalhos de conformidade com a LGPD. Devido a transformação digital das empresas na atualidade, que teve uma aceleração com a pandemia, hoje temos um elevadíssimo índice de digitalização das empresas em todos os segmentos. Nesse cenário, é imprescindível o envolvimento dos profissionais de TI e de cibersegurança. Infelizmente, o que se verifica no mercado é a oferta de serviços consultivos na qual esses profissionais são muito pouco utilizados — ou até mesmo não são —, o que é grave, uma vez que eles têm papel fundamental para a entrega, no final do dia, da adequação à LGPD, otimizada e eficiente.

As empresas precisam ter em mente que a adequação à LGPD deve ser feita não apenas para evitar a aplicação de sanções, mas para proteger os dados dos seus clientes, funcionários e da própria operação. Infelizmente, muitas organizações ainda veem o investimento em proteção de dados e segurança cibernética apenas como custo e não como um investimento importante para evitar possíveis prejuízos e danos à sua reputação. Hoje, com a explosão de ataques de ransomware, com pedidos de resgate de alto valor, o investimento em segurança da informação ajuda as empresas a identificar os riscos e a responder rapidamente na eventualidade de um vazamento preservando sua imagem.

*Rafael Cividanes é diretor de cibersegurança da Kryptus

 

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