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NOTÍCIAS

INB Caetité conquista o certificado Laboratory of Excellence pela terceira vez

O Laboratório de Controle Ambiental da Unidade de Concentração de Urânio (URA) da Indústrias Nucleares do Brasil - INB, em Caetité/BA, recebeu o certificado de “Laboratory of Excellence" pelo terceiro ano consecutivo e conquistou, pela quarta vez seguida, a...

Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira celebra 76 anos

Filha da guerra, ela desfila a sua história por meio das narrativas dos seus Esquadrões, das aeronaves e de suas personalidades, que agregam um valor singular no seu jeito peculiar de defender a nação e manter a soberania do espaço aéreo. A Aviação de Caça da Força...

Delegacia Fluvial de Guaíra realiza patrulhamento noturno no Rio Paraná

A Delegacia Fluvial de Guaíra realizou patrulhamento noturno, no dia 14 de abril, com emprego da lancha “Excalibur”, que foi recentemente incorporada aos meios da Delegacia, tendo sido transferida do Comando do 6º Distrito Naval da Marinha. As ações de patrulhamento,...

Grupo de Artilharia realiza adestramento no Simulador de Apoio de Fogo

No período de 12 de abril a 16 de abril, o 29º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (29° GAC AP) do Exército participou da Operação Humaitá, um exercício de adestramento dos Subsistemas de Artilharia com a utilização do Simulador de Apoio de Fogo (SIMAF), na...

Forças Armadas atuam há 396 dias no combate à pandemia

De forma contínua e em todo território brasileiro, militares das Forças Armadas atuam há 13 meses no combate à pandemia do novo coronavírus. Por meio da Operação Covid-19, Marinha, Exército e Aeronáutica desdobram, diariamente, efetivo e meios para auxiliar a...

Avibras doa kits de videolaringoscópio que vão beneficiar UTIs do Hospital das Clínicas

Em continuidade às ações de apoio à comunidade no enfrentamento da pandemia da COVID-19, a Avibras doou na quarta-feira, dia 14/04, 30 kits de videolaringoscópio para o Hospital das Clínicas de São Paulo, beneficiando Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de cerca de...

Com lançamento de marca comemorativa, CPQD inicia celebrações por seus 45 anos

Em 2021, o CPQD completa 45 anos de vida – e de uma história marcada pela paixão pela inovação e a criação de tecnologia brasileira. O aniversário será no dia 31 de agosto, mas as celebrações por essa data especial já começaram e deverão se estender ao longo de todo...

FAB realiza resgate de homem em navio estrangeiro

O Esquadrão Falcão (1º/8º GAV), sediado na Ala 10, em Parnamirim (RN), resgatou, na manhã deste sábado (17), um homem que estava a bordo de um navio de bandeira Malta, que navegava na costa brasileira. O Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), Organização da Força...

Aviso Balizador “Denébola” realiza inspeção nos auxílios à navegação da hidrovia do Rio Tocantins

O Aviso Balizador “Denébola”, meio subordinado ao Centro de Hidrografia e Navegação do Norte (CHN-4), realizou inspeção, de 30 de março a 13 de abril, nos auxílios à navegação da hidrovia do Rio Tocantins, no Pará, importante via navegável do Arco Norte do Brasil. Na...

Brigada do Exército realiza apronto operacional de Força de Prontidão

A 1ª Brigada de Infantaria de Selva (1ª Bda Inf Sl) realizou o apronto operacional de sua Força de Prontidão (FORPRON) nas cidades de Boa Vista, Manaus e Humaitá (AM), no dia 14 de abril. Destinada a atender às hipóteses de emprego em território nacional ou em...

Em apenas 17 minutos após o lançamento, ocorrido à 1h54 (horário de Brasília), o satélite Amazonia 1 alcançou o destino a 752 quilômetros de altitude da superfície da Terra, no último domingo (18). O lançamento ocorreu a partir do Centro Espacial Satish Dhawan, na cidade de Sriharikota, na província de Andhra Pradesh, na Índia, e marcou dois avanços tecnológicos do país: o domínio completo do ciclo de desenvolvimento de um satélite – conhecimento dominado por apenas vinte países no mundo – e a validação de voo da Plataforma Multimissão (PMM), que funciona como um sistema adaptável modular que pode ser configurado de diversas maneiras para cumprir diferentes objetivos. A afirmação foi feita por Mônica Rocha, diretora substituta do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). As informações são da Agência Brasil.

O lançamento do satélite – fruto de uma parceria entre o programa espacial brasileiro e a Índia – foi comemorado na madrugada de domingo (28) por técnicos, engenheiros e demais membros da equipe de desenvolvimento tecnológico do equipamento. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marcos Pontes, acompanhou diretamente do centro de controle da missão na Índia, e fez questão de reafirmar a parceria entre os dois países. “Este momento representa o ápice desse esforço [de desenvolvimento do projeto], feito por tantas pessoas. Esse satélite tem uma missão muito importante para o Brasil. Essa parceria [entre Brasil e Índia] vai crescer muito. Portanto, muito obrigado pelo lindo lançamento, lindo foguete e por todo o esforço. As bandeiras [da índia e do Brasil] representam exatamente o que estamos fazendo aqui hoje: uma relação cada vez mais forte”, discursou o ministro para a equipe indiana após o anúncio do sucesso da missão.

“Estou extremamente satisfeito em declarar o sucesso do lançamento preciso do Amazonia 1 hoje. Nesta missão, a Índia e a ISRO [agência espacial indiana] estão extremamente honradas e felizes em lançar o primeiro satélite operado pelo Brasil. Minhas sinceras congratulações ao time brasileiro por essa conquista. O satélite está em órbita, os painéis solares se abriram e está tudo funcionando muito bem”, afirmou o presidente da ISRO, K. Sivan ao final da operação.

O Amazonia 1 foi desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) – órgãos ligados ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

Processo

O Amazonia 1 foi colocado em órbita pela missão PSLV-C51, da agência espacial indiana Indian Space Research Organisation (ISRO). Com seis quilômetros de fios e 14 mil conexões elétricas, o satélite tem por objetivo fornecer dados de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento, especialmente na região amazônica, além de monitorar a agricultura no país.

Internautas e telespectadores puderam participar com perguntas e comentários usando a hashtag #BrasilNoEspaço. Em entrevista exclusiva à Rádio Nacional, o presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Moura, que acompanha a comitiva na Índia, disse que o momento é de expectativa e também de projeção do Brasil.

Missão Amazonia e Plataforma Multimissão

A Missão Amazonia pretende lançar, em data a ser definida, mais dois satélites de sensoriamento remoto: o Amazonia 1B e o Amazonia 2. “Os satélites da série Amazonia serão formados por dois módulos independentes: um módulo de serviço – que é a Plataforma Multimissão (PMM) – e um módulo de carga útil, que abriga câmeras e equipamentos de gravação e transmissão de dados de imagens”, detalha o INPE..

Além de ajudar no monitoramento do meio ambiente, a missão ajudará na validação da Plataforma Multimissão como base modular para diversos tipos de satélites. Essa plataforma representa, segundo o Inpe, “um conceito moderno de arquitetura de satélites, que tem o propósito de reunir em uma única plataforma todos os equipamentos que desempenham funções necessárias à sobrevivência de um satélite, independentemente do tipo de órbita.”

Entre as funções executadas pela plataforma estão as de geração de energia, controle térmico, gerenciamento de dados e telecomunicação de serviço – o que possibilitará a adaptação a diferentes cargas úteis, além de reduzir custos e prazos no desenvolvimento de novas missões.

“Essa competência global em engenharia de sistemas e em gerenciamento de projetos coloca o país em um novo patamar científico e tecnológico para missões espaciais. A partir do lançamento do satélite Amazonia 1 e da validação em voo da PMM, o Brasil terá dominado o ciclo de vida de fabricação de sistemas espaciais para satélites estabilizados em três eixos”, informa o Inpe.

Entre os ganhos tecnológicos que a missão deverá render ao país, o Inpe destaca, além da validação da PMM, a consolidação do conhecimento do país no ciclo completo de desenvolvimento de satélites; o desenvolvimento da indústria nacional dos mecanismos de abertura de painéis solares, o desenvolvimento da propulsão do subsistema de controle de atitude e órbita na indústria nacional e a consolidação de conhecimentos na campanha de lançamento de satélites de maior complexidade.

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