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NOTÍCIAS

AVIBRAS celebra 60 anos de história e conquistas

A Avibras deu início às celebrações de seus 60 anos de história, comemorados em 2021. A empresa divulgou vídeo e livro comemorativos em alusão à data. Fundada em 1961 por um grupo de engenheiros do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), entre eles, o engenheiro...

Nuclep endossa evolução do Programa Nuclear da Marinha

A Nuclep integrou comitiva que acompanha as atividades do Programa Nuclear da Marinha do Brasil. As atividades dão sequência à visita do diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, às instalações brasileiras. O presidente...

Parceria entre Forças Armadas e BIDS é destaque em plenária da ABIMDE

A forte aproximação entre as Forças Armadas e as empresas da Base Industrial de Defesa e Segurança (BIDS) foi o tema central da plenária mensal da ABIMDE, realizada na tarde desta quinta-feira (22). No evento, os convidados destacaram o papel da entidade para...

Aeroporto Santos Dumont conta com novos procedimentos de saída

Os usuários do Aeroporto Santos Dumont (SDU), no Rio de Janeiro (RJ), têm um motivo especial para comemorar. Isso porque foram publicados e disponibilizados, no dia 15/07, os Procedimentos de Saída por Instrumentos (SID, sigla em inglês de Standard Instrument...

Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia recebe o KC-390 da FAB

A Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA) recebeu, pela primeira vez, a aeronave KC-390 Millennium, da Força Aérea Brasileira (FAB), no Aeródromo Tenente Jorge Henrique Möller, no dia 21 de julho. O KC-390 realizará lançamento de paraquedistas em apoio ao...

Exposição comemora 70 anos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)

O Parque Vicentina Aranha, em São José dos Campos (SP), exibe, até março de 2022, a Exposição “Asas para que te quero”, em comemoração aos 70 anos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). A mostra reúne imagens e objetos da escola ao longo de sua história, de...

ABIMDE Contra a Fome

A ABIMDE - Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança - lançou uma campanha com o intuito de arrecadar cestas básicas e agasalhos para famílias carentes, que serão entregues no dia 7 de agosto em Osasco (SP). Intitulada ABIMDE Contra a...

PASEO XLR da Safran vai equipar Fragatas da Classe Tamandaré

O visor optrônico Paseo XLR (eXtra Long Range) da Safran foi selecionado pelo consórcio Águas Azuis para equipar as fragatas brasileiras Tamandaré. O Paseo XLR incorpora os módulos dos sistemas optrônicos embarcados Euroflir, particularmente seus sensores de alta...

Parque Tecnológico ganha nova diretoria

Em reunião com o Conselho de Administração, a Associação Parque Tecnológico de São José dos Campos definiu a nova diretoria do PqTec São José dos Campos, que assumiu o mandato em julho. Marco Antonio Raupp deixa a diretoria-geral, agora ocupada por Marcelo Nunes, que...

Finep financia máscara inovadora em tecido de cobre para combate à Covid 19

Em mais uma ação de combate à Covid-19, a Finep - Inovação e Pesquisa, empresa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), investiu R$ 300 mil, em recursos não reembolsáveis do Fundo nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), no...

Uma boa peça não deve ser como aquela tia tagarela que a gente aguenta porque é da família, mas sim como aquele amigo que dá gosto ouvir contar suas façanhas.

Oinforme-publicitário é um formato complicado. Começa pelo nome, que vive mudando. Chamava informe-publicitário lá atrás, quando era usado principalmente nas campanhas de marketing direto: páginas horrorosas falando das 73 utilidades daquele processador de frutas que não é apenas isso, mas também lava, passa e se limpa sozinho. Depois, virou “publieditorial” e, mais recentemente, “advertorial”. Mas o problema não está no nome, e sim no uso que se faz dele.

Gosto muito do formato. Penso que, bem usado, ele é capaz de agradar aos três públicos envolvidos na comunicação: o anunciante, o veículo e o leitor. Os interesses dos dois primeiros são óbvios: o anunciante quer vender mais ou fortalecer a marca; o veículo quer o dinheiro da publicidade. A diferença está na satisfação do leitor.

É editorial ou publicidade?
Atuei por vários anos no mercado de revistas. Na editora em que trabalhava, pesquisávamos muito a opinião dos leitores sobre a qualidade do nosso conteúdo e também da publicidade. Normalmente, eles gostavam do editorial que haviam comprado e não se importavam em levar junto a publicidade, com exceção dos períodos de muita propaganda, como perto do Natal ou Dia das Mães. Nessas épocas, chiavam muito – tanto que éramos obrigados a usar a carta ao leitor para explicar como a publicidade ajudava a viabilizar o negócio, reduzia o preço de capa para o leitor, garantia a independência do veículo…

Nas pesquisas, notávamos que o leitor julgava o informe-publicitário mais como conteúdo jornalístico do que como propaganda. Ou seja: o que contava não era sua quantidade, mas sim se era bom, útil e pertinente. É aí que começam os problemas.

Cuidado com a credibilidade
Muitos anunciantes escolhem fazer um publieditorial pela razão errada. Querem iludir o público, fingindo que é a publicação, e não eles próprios, quem está falando bem do produto. Uma parte dos leitores cai na deles, mesmo com os cuidados exigidos pelos veículos. Mas outros percebem o truque e perdem um pouco da confiança na marca: “Se querem me enganar na propaganda, imagina no produto?”

Acredito que o publieditorial é indicado para os seguintes propósitos:

• Explicar ideias complexas: Por exemplo, para mostrar as vantagens fiscais de um determinado investimento financeiro ou as funções avançadas de um telefone celular.

• Ensinar a usar o produto: Como nos tutoriais de maquiagem ou nas receitas culinárias oferecidas por marcas de beleza ou alimentícias.

• Reforçar valores da marca: Quando um fabricante de remédios leva conhecimento sobre prevenção de dor de cabeça junto com a propaganda do seu analgésico; ou um guia de prevenção de acidentes domésticos oferecido por uma marca de botijão de gás.

• Gerar confiança: Dando dicas que fazem a diferença na vida do leitor, como o banco que trata de finanças pessoais ou a marca de ração que ajuda a cuidar das emoções dos bichos.

• Humanizar a empresa: Mostrando quem são as pessoas por trás do negócio, algo especialmente importante no setor de serviços.

Tia chata X amigo interessante
Além da intenção, outro problema comum nos informes-publicitários é olhar demais para o próprio umbigo e pouco para o interesse do leitor. Ficam aqueles textos chatos, cheios de auto-elogios e termos técnicos que normalmente vão parar ali para agradar a todo mundo dentro da empresa, menos os clientes.

Nas pesquisas, fica claro que as pessoas preferem o publieditorial que consegue reproduzir a mesma linguagem do veículo, tanto na qualidade do texto quanto no visual. Quando se comporta não como aquela tia tagarela que tortura a gente com os detalhes, mas sim como aquele amigo que dá gosto ouvir contar suas façanhas.

Para isso, claro, é preciso ter coisas interessantes para dizer. Mas, acima de tudo, saber contar bem uma história.

Quando é assim, o leitor esquece que você está querendo vender o seu peixe, embarca na viagem, aprende, se diverte, se emociona…

Esse publi funciona!

* Demetrius Paparounis é jornalista, consultor em comunicação e diretor da TAG Content.

 

Fonte desta postagem: https://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/ponto_de_vista/2014/08/11/a-alquimia-de-um-bom-informe-publicitario.html

 

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